Vez por outra me encontro perdido.
Desta vez, inexoravelmente. Desabei!
Quis experimentar e me dei muito mal.
Perdido, sem rumo e, ainda que mentira pareça,
Loucamente apaixonado, equivocadamente apaixonado,
Este é um ponto positivo, sou capaz de amar.
Mas, que posso fazer se este coração romântico
na velhice acolhe a canalhice e nega a razão?
Sempre soube, sempre pressenti,sempre vi,
Sempre neguei o que era evidente.
E ele, louco de paixão, sem pudor,
Escondeu essas evidências, como quem rouba.
Vãs razões que a razão lhe avisava e ditava.
Teimosamente ele foi em frente.
Ai está agora, sentindo-se encurralado
com a traição realizada e sempre negada.
Aprende de vez que o ser humano existe
Coração adoidado, coração velho,
Coração apaixonando.
“Atei com uma corda de espinhos...”
Tentativa vã, talvez, de expulsar fantasmas e demônios interiores. Delírios, paixões e pensamentos desconexos que denomino poesia. Se tens alguma coisa parecida para pensar, sentir e dizer, chega pra roda. Toma tua taça e enche do bom vinho que tenho para oferecer. Se quiseres, te convido a escrever teus sentires, tuas mágoas, teus pesares, teus amores e tuas alegrias. A vida vale se a mente não é pequena.
Morada dos Sonhos
Há uns anos atrás, escrevi um projeto que se chamava Morada dos sonhos.
Lembrei-me disso agora e, de pronto, mudei o nome do Blog. Agora é: Morada dos Sonhos.
É nos sonhos que compensamos nosso dia-a-dia.
É nos sonhos que construímos nossa (s) utopia (s).
É nos sonhos que desvendamos ou aumentamos nossas alucinações.
É nos sonhos que, se nos fosse dado escolher, quereríamos morar.
Lembrei-me disso agora e, de pronto, mudei o nome do Blog. Agora é: Morada dos Sonhos.
É nos sonhos que compensamos nosso dia-a-dia.
É nos sonhos que construímos nossa (s) utopia (s).
É nos sonhos que desvendamos ou aumentamos nossas alucinações.
É nos sonhos que, se nos fosse dado escolher, quereríamos morar.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Doido varrido
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