25 de abril de 2007 11:12
Hoje, manhã nascendo fria e chuvosa,
lembrei tua pele macia e teu corpo esguio.
Lembrei que são poucos os dias em que nossas peles se beijam.
Lembrei que a vida encolheu nossa esperança.
Lembrei que um dia, talvez, um dia, possamos ter
chuva mansa em nosso carinho.
Manhã fria e chuvosa de puro e livre carinho de amantes!
Teu cheiro a banho recente,
teu gesto meigo e pedinte, inspira-me a dar-te muito carinho.
Agora, já de tarde, o sol levantou-se e se espreguiça no morro.
Escrevo sentires que pensei sozinho.
Afagos que não pude dar afloram com impaciência
e cultivo a terra molhada esperando teu carinho,
Que talvez..., amanhã..., será!?...
Tentativa vã, talvez, de expulsar fantasmas e demônios interiores. Delírios, paixões e pensamentos desconexos que denomino poesia. Se tens alguma coisa parecida para pensar, sentir e dizer, chega pra roda. Toma tua taça e enche do bom vinho que tenho para oferecer. Se quiseres, te convido a escrever teus sentires, tuas mágoas, teus pesares, teus amores e tuas alegrias. A vida vale se a mente não é pequena.
Morada dos Sonhos
Há uns anos atrás, escrevi um projeto que se chamava Morada dos sonhos.
Lembrei-me disso agora e, de pronto, mudei o nome do Blog. Agora é: Morada dos Sonhos.
É nos sonhos que compensamos nosso dia-a-dia.
É nos sonhos que construímos nossa (s) utopia (s).
É nos sonhos que desvendamos ou aumentamos nossas alucinações.
É nos sonhos que, se nos fosse dado escolher, quereríamos morar.
Lembrei-me disso agora e, de pronto, mudei o nome do Blog. Agora é: Morada dos Sonhos.
É nos sonhos que compensamos nosso dia-a-dia.
É nos sonhos que construímos nossa (s) utopia (s).
É nos sonhos que desvendamos ou aumentamos nossas alucinações.
É nos sonhos que, se nos fosse dado escolher, quereríamos morar.
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