29 de julho de 2008 17:47
Tarde fria, horizonte cinza
carregado de pranto.
O tempo,
como minha alma,
está prestes
a derreter-se em lágrimas.
Chove lá fora!
Aqui, aconchegado em minha tristeza,
tento escrever sentires
que não domino.
Lá fora ,o tempo
desaba suas lágrimas e inunda a terra fértil.
Aqui a chuva de meu peito inunda meu coração.
Frágil, contristonho, encolhe-se ao abrigo
da música.
Sem sentido, o "bêbado e a equilibrista",
desequilibram meu verso que não consegue caminhar.
Encerro, triste...
fazendo reverência ao tempo que conseguiu desabafar sua mágoa.
Tentativa vã, talvez, de expulsar fantasmas e demônios interiores. Delírios, paixões e pensamentos desconexos que denomino poesia. Se tens alguma coisa parecida para pensar, sentir e dizer, chega pra roda. Toma tua taça e enche do bom vinho que tenho para oferecer. Se quiseres, te convido a escrever teus sentires, tuas mágoas, teus pesares, teus amores e tuas alegrias. A vida vale se a mente não é pequena.
Morada dos Sonhos
Há uns anos atrás, escrevi um projeto que se chamava Morada dos sonhos.
Lembrei-me disso agora e, de pronto, mudei o nome do Blog. Agora é: Morada dos Sonhos.
É nos sonhos que compensamos nosso dia-a-dia.
É nos sonhos que construímos nossa (s) utopia (s).
É nos sonhos que desvendamos ou aumentamos nossas alucinações.
É nos sonhos que, se nos fosse dado escolher, quereríamos morar.
Lembrei-me disso agora e, de pronto, mudei o nome do Blog. Agora é: Morada dos Sonhos.
É nos sonhos que compensamos nosso dia-a-dia.
É nos sonhos que construímos nossa (s) utopia (s).
É nos sonhos que desvendamos ou aumentamos nossas alucinações.
É nos sonhos que, se nos fosse dado escolher, quereríamos morar.
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