Coração desperto, coração aberto,
Mente e alma em confusão.
Debriado de valores sofre teu ser inteiro
Sente o impacto forte da traição,
Até então, nunca antes sentida.
Acusa teu corpo a dor e não consegue
Dizer e coordenar a mente em fúria.
Desacelera coração, readquire a calma.
A ignomínia não pode pesar mais
Que a intenção, lisa, sóbria e sadia.
Tua mente voa por que, agora?
Já não sabias? E se sabias, porque
Não abandonaste o pleito?
Coração tu não tens jeito.
Sempre romântico e pueril,
E, a teu despeito, vive a vida a correr
Sem rumo e sem direção.
Não tens e nunca terás controle sobre ela,
Te conduz por lugares ermos e desconhecidos sem
Qualquer orientação. Acorda, sai desse pesadelo
Que te assombra. Não tens a dádiva de vida melhor?
Toma teu rumo, desperta,
Por que, então, não queres acordar?
Qual a razão prá tanta insatisfação.
Amor? paixão?
Tentativa vã, talvez, de expulsar fantasmas e demônios interiores. Delírios, paixões e pensamentos desconexos que denomino poesia. Se tens alguma coisa parecida para pensar, sentir e dizer, chega pra roda. Toma tua taça e enche do bom vinho que tenho para oferecer. Se quiseres, te convido a escrever teus sentires, tuas mágoas, teus pesares, teus amores e tuas alegrias. A vida vale se a mente não é pequena.
Morada dos Sonhos
Há uns anos atrás, escrevi um projeto que se chamava Morada dos sonhos.
Lembrei-me disso agora e, de pronto, mudei o nome do Blog. Agora é: Morada dos Sonhos.
É nos sonhos que compensamos nosso dia-a-dia.
É nos sonhos que construímos nossa (s) utopia (s).
É nos sonhos que desvendamos ou aumentamos nossas alucinações.
É nos sonhos que, se nos fosse dado escolher, quereríamos morar.
Lembrei-me disso agora e, de pronto, mudei o nome do Blog. Agora é: Morada dos Sonhos.
É nos sonhos que compensamos nosso dia-a-dia.
É nos sonhos que construímos nossa (s) utopia (s).
É nos sonhos que desvendamos ou aumentamos nossas alucinações.
É nos sonhos que, se nos fosse dado escolher, quereríamos morar.
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